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Benny Turner: irmão e parceiro de Freddie King

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Benny Turner: irmão e parceiro de Freddie King Hoje celebramos o aniversário de Benny Turner (nascido em 27 de outubro de 1939), figura de peso na história do blues, tanto como baixista, guitarrista e vocalista — quanto como testemunha viva de um legado familiar e musical que atravessa gerações. Neste artigo, vamos desvendar a sua trajetória, a relevância de seu trabalho solo e, em destaque, o álbum My Brother’s Blues, uma homenagem sentida ao seu irmão mais velho, Freddie King. Infância, raízes e o primeiro encontro com o blues Benny Turner nasceu em Gilmer, Texas, em uma família musical – sua mãe, Ella Mae (King) Turner, e seus tios Leon e Leonard King tocavam e cantavam juntos, cercados por hinos de blues, gospel e swing. Ainda menino, Benny e Freddie corriam para casa da escola para ouvir o rádio — programas como “In the Groove” permitiam-lhes absorver os sons de Louis Jordan, Charles Brown, T‑Bone Walker.  Com a mudança da família para Chicago no início dos anos 1950, as possi...

Freddie King, o Texas Cannonball: a faísca que incendiou a guitarra do blues

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Freddie King, o Texas Cannonball: a faísca que incendiou a guitarra do blues Para celebrar um nascimento que nunca deixou de soar Em 3 de setembro de 1934 , no condado de Gilmer, no leste do Texas, nasceu um músico destinado a levar a guitarra do blues a outro patamar de intensidade, elegância e alcance popular. Freddie King , o “ Texas Cannonball ”, não foi apenas um virtuose: tornou-se um idioma. Seu ataque com palheta no polegar e dedeira de metal , sua mão direita disciplinada e feroz, o vibrato que parecia tremer o ar, o timbre encorpado da  Gibson e amplificadores fritando — tudo isso compôs uma assinatura sonora inconfundível. Celebrar seu nascimento é, antes de tudo, reconhecer a permanência de um estilo que atravessa décadas, formas e fronteiras. Há aniversários que se apagam na poeira do calendário; o de Freddie King é daqueles que reverberam como um riff de abertura . O que se acende hoje não é apenas a memória: é o convite para ouvir, de corpo inteiro, um blues qu...